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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mars One já tem mais de 100 mil inscritos

Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para uma viagem sem volta à Marte, parte do projeto Mars One, que pretende colonizar o planeta a partir de 2023. A iniciativa é liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp, que participou de uma conferência no último dia 9, via Twitter, para responder perguntas dos candidatos e jornalistas. 


Lansdorp, que confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos esta semana, disse que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas. 

“Existe um grande número de pessoas que ainda está trabalhando nos próprios perfis, decidindo se pagam ou não pela inscrição ou continuam preparando os vídeos de apresentação, preenchendo os formulários e seus currículos”, explicou Bas em entrevista à rede de TV CNN.

Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em Us$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).

O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38 (ou cerca de R$ 86), sendo que no México o valor é menor – US$ 15 (ou aproximadamente R$ 34).

Patrocínio

O site oficial do Mars One iniciou no começo do mês a exibição de um documentário – o One Way Astronaut (Astrounata sem volta) – que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. No entanto, para assistir ao filme, o internauta também precisa pagar – US$ 2,95 (R$ 6,79) para visualização online ou US$ 4,95 (R$ 11,32) para download. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Sonda da Nasa vai tirar foto da Terra a 1,5 bilhão de km

Duas sondas da Nasa, uma que observa Saturno e outra, Mercúrio, estão manobrando para tirar fotos da Terra. A primeira estará a 1,5 bilhão de quilômetros do nosso planeta quando fizer o registro. A agência espacial americana encoraja os entusiastas a acenar para Saturno e compartilhar suas fotos em redes sociais.


Simulação mostra como deve ser a vista da Cassini ao fazer o registro da Terra a partir de Saturno. 
O registro de Saturno será feito entre 6h27 e 6h42 (de Brasília) da sexta-feira. A Nasa pede que os fãs de astronomia e o público em geral acenem para o planeta e compartilhem a imagem em uma página da Nasa no Flickr ou no Twitter com a hastag #waveatsaturn.

O registro na verdade será parte de um mosaico de fotos feito pela sonda Cassini que mostrará o sistema de Saturno (planeta e luas) iluminado pelo Sol. Processar a imagem da Terra deve levar alguns dias - enquanto o mosaico todo deverá levar semanas, afirma a Nasa.


No caso da sonda Messenger, que orbita Mercúrio, os cientistas notaram que quando ela ia fazer uma busca por possíveis satélites naturais do planeta, entre 19 e 20 de julho, a Terra deve aparecer nas imagens. Os registros devem ocorrer entre 8h49 e 9h38 e também entre 10h41 e 12h49, em ambos os dias.

Ao contrário da sonda em Saturno, a Messenger deve ser capaz de registrar regiões iluminadas da Terra, incluindo Europa, Oriente Médio e Ásia Central. As imagens feitas de Mercúrio também devem levar alguns dias para serem processadas.

Fonte: Terra

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Voyager deixará o Sistema Solar


A sonda de exploração espacial lançada há 35 anos pela Nasa, será o primeiro objeto terráqueo a deixar o Sistema Solar

Grande parte da comunidade científica, inclusive a agência espacial americana, acredita que a viajante ainda não tenha atravessado a fronteira. Segundo estimativas, o marco poderá ser comemorado em menos de uma década.

A União Americana de Geofísica chegou a anunciar o feito como definitivo, para logo se corrigir e descrever a posição da Voyager como uma nova região do espaço. A agitação na comunidade científica foi imediata, e a Nasa apressou-se em declarar que o limite do Sistema Solar ainda não havia sido cruzado. Desde então, viu-se aumentada a expectativa dessa confirmação e do que a Voyager encontrará no desconhecido.



terça-feira, 14 de maio de 2013

Que tamanho pode ter uma mancha solar?

sunspots


Alguém sabe que tamanho pode ter uma mancha solar? Bem, a imagem acima mostra regiões de mancha solares comparadas com o tamanho da Terra e de Júpiter, com a intenção de demonstrar o tamanho enorme dessas feições no nosso Astro Rei.
As manchas solares, são regiões onde os campos magnéticos internos do Sol se erguem através das camadas da superfície, impedindo a convecção fazendo com que essas regiões fiquem frias e opticamente escuras. Elas normalmente ocorrem aos pares ou em aglomerados, com manchas individuais correspondendo as terminações polares opostas das linhas magnéticas.
A imagem na esquerda foi adquirida pelo satélite Solar Dynamics Observatory (SDO) da NASA em 11 de Maio de 2012, e mostra a chamada Região Ativa 11476. Já a imagem da direita é cortesia do Carnegie Institution de Washington, e mostra a maior mancha solar já registrada em filme, a AR 14886. Essa mancha solar tinha aproximadamente o tamanho do planeta Júpiter, 142984 km.
“As maiores manchas solares tendem a ocorrer depois do máximo da atividade do Sol e as maiores manchas solares tendem a durar mais também escreveu o cientista de projeto do SDO, Dean Pesnell no blog do SDO. “A medida que caminhamos para o máximo da atividade solar podemos esperar que o SDO irá observar uma grande quantidade de manchas”.
As manchas solares podem enviar tempestades solares em nossa direção e que dependendo da intensidade podem afetar nossas operações de satélites e impactar a comunicação eletrônica na Terra. Mais uma vez, à medida que caminhamos para o máximo de atividade solar, devemos nos manter atentos e por isso o SDO será muito importante para monitorar a atividade do Sol.
Fonte:

Por que os pulsares pulsam?



Em primeiro lugar os pulsares são estrelas excepcionalmente pequenas e muito densas.
Tanto que 260 milhões deles poderiam caber no mesmo volume da Terra, e 1,3 milhões de Terras caberiam no mesmo volume de nosso Sol.


Apesar de terem uma pequena fração do tamanho da Terra, os pulsares podem apresentar um campo gravitacional até 1 bilhão de vezes mais forte que o nosso.



Mas por que eles pulsam?

Os pulsares, na realidade, não ligam e desligam. Eles emitem um fluxo de energia constante. Essa energia é concentrada em um fluxo de partículas eletromagnéticas que são emitidas nos pólos magnéticos da estrela à velocidade da luz, como o feixe de luz em rotação de um farol. 

Apesar de a primeira pulsar ter sido descoberta em 1967, os cientistas ainda tentam decifrar as causas dos pulsos de energia. Observou-se que correntes magnéticas influenciam no desalinhamento dos polos e na emissão de radiação, mas ainda não há explicação para a flutuação magnética que movimenta as pulsares.

Curiosidade...

Mesmo que os pulsares emitam luz no espectro visível, eles são tão pequenos e estão tão distantes de nós que não é possível detectar essa luz. Somente os radiotelescópios podem detectar a forte energia de rádio em alta freqüência que eles emitem.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Como seria se a Terra tivesse anéis?

Primeiro, eles seriam realmente bonitos de se olhar. Eles também dominariam o céu de noite e de dia. E à noite você veria a sombra do balanço da Terra através dos anéis, como na quarta foto.
No entanto, a vida seria muito diferente na Terra, se este fosse o caso, por exemplo, a luz refletida dos anéis iria iluminar a noite.

Por estarmos mais perto do Sol do que Saturno, os anéis seriam mais rochosos, tornando-os menos brilhantes, mas ainda bastante brilhantes. Na verdade, você veria muito menos estrelas à noite (que vivem em qualquer lugar do equador ou do círculo ártico) por causa da poluição luminosa e para não mencionar arruinar a maioria das chuvas de meteoros por causa disso.

Durante o dia, os anéis iria bloquear a luz solar em certas regiões do planeta criando ciclos selvagem ao tempo e afetando a vida das plantas. Então, basicamente, eles seriam definitivamente bonito de se olhar, mas eles também faria um monte de coisas malucas.












segunda-feira, 6 de maio de 2013

Curiosidades sobre nosso sistema solar

Mercúrio


Visto de Mercúrio, o Sol pode nascer e se pôr duas vezes num único dia porque a sua velocidade de translação é quase igual à de rotação. Alem disso , o planeta leva menos de 60 dias terrestres para completar uma volta em torno de si mesmo. Isto significa que dois anos em Mercúrio têm apenas três dias!

Vênus

É o planeta do Sistema Solar mais brilhante de todos. Isso porque sua atmosfera reflete muito a luz solar. Foi por causa desse brilho intenso que ele recebeu o nome da deusa romana do amor e da beleza. Além disso, se um astronauta fosse a Vênus veria o Sol nascer no oeste e se pôr no leste pois ele tem uma rotação retrógrada.


Terra 

A última vez que um asteroide passou bem perto da Terra foi em 1908. Ele tinha o tamanho de um campo de futebol e explodiu na atmosfera da Terra, destruindo uma área de 2 mil quilômetros quadrados da Sibéria.

Lua


É o nosso único satélite natural e influencia em muitas coisas aqui na Terra, como por exemplo nas marés, com a sua força gravitacional, a Lua “puxa” os oceanos em sua direção. Ela é composta essencialmente de rochas ricas em silicatos, com depressões, enrugamentos e crateras de impacto.Já as regiões mais escuras e planas são ricas em basalto (rocha resultante de vulcanismo ocorrido no passado, já que, atualmente não há vulcanismo na Lua).



Marte

O maior vulcão conhecido está em Marte. Ele foi batizado de Monte Olimpo e é três vezes mais alto que o nosso Monte Everest.
Ele possui antigos leitos de rios secos sendo realmente descoberto um lago congelado.Os vestígios de água em Marte, por exemplo, podem indicar que nele um dia existiu vida. E, quando falamos em vida extraterrestre, isso não quer dizer que iremos encontrar seres verdinhos ou cinzas de olhos vermelhos, mas micróbios, bactérias e outros microorganismos.

Júpiter

O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Com o nome do rei dos deuses da tradição greco-romana, demora 11,86 anos a descrever uma órbita completa.
Seu volume é 1.300 vezes superior ao da Terra e uma massa equivalente a quase 318 massas terrestres, Júpiter supera todos os outros corpos do Sistema Solar, exceptuando o Sol.
A formação mais espetacular da atmosfera de Júpiter é a denominada Grande Mancha Vermelha, uma perturbação atmosférica, com mais de 30.000 Km de extensão, que já dura há 300 anos.

image

Saturno

Os anéis de Saturno são faixas de minúsculos pedaços de gelo, grãos de poeira e rochas de diversos tamanhos. Ainda não se sabe como surgiram. Talvez sejam restos de uma lua destruída. Outra ideia é que os anéis são o que sobraram da formação do planeta. Eles formam uma faixa tão grande que caberiam cinco Terras ali, colocadas lado a lado.



Urano

O planeta é praticamente "deitado" em relação ao Sol (com um eixo de inclinação de 98 graus), como os dias e noites são determinados pelo movimento de translação. Só amanhece ou anoitece quando o planeta dá meia volta em torno da estrela - o que equivale a 42 anos terrestres!


Netuno


Netuno é o planeta que fica mais longe do Sol. A cor azul não tem nada a ver com oceanos, mas com nuvens de gás. Os cientistas acreditam que podem ocorrer chuvas de diamantes em Netuno.
A atmosfera densa e a pressão podem alterar a estrutura química dos gases, fazendo com que parte deles se transforme em diamantes!




O Sistema Solar também é constituído por cinco planetas anões: Plutão, Ceres, Éris, Makemake e Haumea.