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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Votação online define nomes das novas luas de Plutão: Cérbero e Estige

A União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira que Kerberos e Styx (Cérbero e Estige, em português) foram oficialmente reconhecidos como os nomes da quarta e quinta luas de Plutão, descobertas em 2011 e 2012. 


Plutão e suas cinco luas: as já conhecidas Caronte,
Nix e Hidra, e as novas Cérbero e Estige.
Os nomes foram submetidos à IAU pelo líder da equipe responsável pela descoberta, que pediu ajuda ao público para definir os nomes em uma votação aberta que atraiu grande número de participantes.

A união dos astrônomos informou nesta terça-feira que reconheceu oficialmente os nomes das luas, que até então eram conhecidas como P4 e P5. Os nomes propostos foram endossados pela população em uma votação que solicitou ao público sugestões de nomes para as duas luas descobertas recentemente. Ambas se somam às outras três que orbitam o mais conhecido planeta anão do Sistema Solar.

As novas luas foram descobertas durante observações do sistema de Plutão feitas com o telescópio Hubble. O anúncio aumenta de três para cinco o número conhecido de satélites naturais do planeta anão. Kerberos fica entre as órbitas de Nix e Hidra, duas luas maiores encontradas pelo Hubble em 2005. Styx fica entre Caronte e Nix. Ambas têm órbitas circulares, presumivelmente no mesmo plano de outros satélites no sistema.

Curiosamente, os dois nomes estão relacionados ao inferno, conforme representado na mitologia grega. Cérbero era um cão de três cabeças que guardava a entrada de Hades - onde as almas entravam para nunca mais sair. Estige era um dos rios por onde navegava Caronte, o barqueiro do inferno - que dá nome a outra das lua de Plutão. Esses personagens são proeminentes no Inferno, de Dante, primeira parte da obra-prima Divina Comédia.

Fonte: Terra

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Curiosidades sobre nosso sistema solar

Mercúrio


Visto de Mercúrio, o Sol pode nascer e se pôr duas vezes num único dia porque a sua velocidade de translação é quase igual à de rotação. Alem disso , o planeta leva menos de 60 dias terrestres para completar uma volta em torno de si mesmo. Isto significa que dois anos em Mercúrio têm apenas três dias!

Vênus

É o planeta do Sistema Solar mais brilhante de todos. Isso porque sua atmosfera reflete muito a luz solar. Foi por causa desse brilho intenso que ele recebeu o nome da deusa romana do amor e da beleza. Além disso, se um astronauta fosse a Vênus veria o Sol nascer no oeste e se pôr no leste pois ele tem uma rotação retrógrada.


Terra 

A última vez que um asteroide passou bem perto da Terra foi em 1908. Ele tinha o tamanho de um campo de futebol e explodiu na atmosfera da Terra, destruindo uma área de 2 mil quilômetros quadrados da Sibéria.

Lua


É o nosso único satélite natural e influencia em muitas coisas aqui na Terra, como por exemplo nas marés, com a sua força gravitacional, a Lua “puxa” os oceanos em sua direção. Ela é composta essencialmente de rochas ricas em silicatos, com depressões, enrugamentos e crateras de impacto.Já as regiões mais escuras e planas são ricas em basalto (rocha resultante de vulcanismo ocorrido no passado, já que, atualmente não há vulcanismo na Lua).



Marte

O maior vulcão conhecido está em Marte. Ele foi batizado de Monte Olimpo e é três vezes mais alto que o nosso Monte Everest.
Ele possui antigos leitos de rios secos sendo realmente descoberto um lago congelado.Os vestígios de água em Marte, por exemplo, podem indicar que nele um dia existiu vida. E, quando falamos em vida extraterrestre, isso não quer dizer que iremos encontrar seres verdinhos ou cinzas de olhos vermelhos, mas micróbios, bactérias e outros microorganismos.

Júpiter

O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Com o nome do rei dos deuses da tradição greco-romana, demora 11,86 anos a descrever uma órbita completa.
Seu volume é 1.300 vezes superior ao da Terra e uma massa equivalente a quase 318 massas terrestres, Júpiter supera todos os outros corpos do Sistema Solar, exceptuando o Sol.
A formação mais espetacular da atmosfera de Júpiter é a denominada Grande Mancha Vermelha, uma perturbação atmosférica, com mais de 30.000 Km de extensão, que já dura há 300 anos.

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Saturno

Os anéis de Saturno são faixas de minúsculos pedaços de gelo, grãos de poeira e rochas de diversos tamanhos. Ainda não se sabe como surgiram. Talvez sejam restos de uma lua destruída. Outra ideia é que os anéis são o que sobraram da formação do planeta. Eles formam uma faixa tão grande que caberiam cinco Terras ali, colocadas lado a lado.



Urano

O planeta é praticamente "deitado" em relação ao Sol (com um eixo de inclinação de 98 graus), como os dias e noites são determinados pelo movimento de translação. Só amanhece ou anoitece quando o planeta dá meia volta em torno da estrela - o que equivale a 42 anos terrestres!


Netuno


Netuno é o planeta que fica mais longe do Sol. A cor azul não tem nada a ver com oceanos, mas com nuvens de gás. Os cientistas acreditam que podem ocorrer chuvas de diamantes em Netuno.
A atmosfera densa e a pressão podem alterar a estrutura química dos gases, fazendo com que parte deles se transforme em diamantes!




O Sistema Solar também é constituído por cinco planetas anões: Plutão, Ceres, Éris, Makemake e Haumea.



domingo, 5 de maio de 2013

Por que Plutão deixou de ser um planeta?

Não é um planeta...

Até 2006, Plutão era considerado um dos planetas do Sistema Solar. Mas os astrônomos concluíram que ele é pequeno e leve demais para ser um planeta.Por isso, ganhou o título de planeta anão.

Tudo começou...

Em 1930 , quando o astrônomo americano Clyde Tombaugh descobriu um corpo no céu, que era apenas um pequeno ponto, mas ao calcular a sua órbita percebeu que ela era mais afastada que Netuno, seria o nono planeta, este corpo celeste foi batizado de Plutão. No início chegou-se a estimar que Plutão poderia ser maior que o planeta Terra, mas medições posteriores mostraram que ele na verdade seria bem menor que a nossa Lua. Já nos anos 70 alguns astrônomos começaram a propor a ideia de que Plutão não seria de fato um planeta, pois além de pequeno e pouco massivo, sua órbita era muito achatada e inclinada em comparação aos outros planetas.


Mas no fim da década foi descoberta um satélite de Plutão, que foi batizado de Caronte, o que dava argumentos para os defensores de Plutão como um planeta. Apenas na década de 1990 foi descoberto outro objeto trans-netuniano. Mas nos anos seguintes com a construção de telescópios avançados, o número destes objetos cresceu rapidamente, e alguns deles eram quase tão grandes quanto Plutão (Sedna, Varuna, Quaoar, etc.). Então em 2005 foi divulgado que um destes objetos, posteriormente batizado de Eris era maior que Plutão.

Então chegou-se a um impasse: Se Plutão era um planeta, Eris (que é maior) também deveria ser. Finalmente em 2006 houve uma reunião da IAU (União internacional da astronomia) e em uma votação histórica a assembéia da IAU decidiu que Plutão deixaria de ser um planeta. Ele, Ceres e Eris foram denominados planetas anões.



Na foto abaixo, o anão é comparado à Lua da Terra. Ele é bem menor!




E assim Plutão deixou de ser um Planeta...