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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Você sabia que em Vênus "neva" metal?


Tem gente que gostaria que nevasse no Brasil, mas antes morar aqui do que em Vênus, onda neva metal pesado.
Na verdade, os cientistas nunca viram neve realmente caindo em Vênus, mas eles observaram uma camada de neve, uma geada metálica, no topo nas montanhas do planeta.

A geada foi notada pela primeira vez como manchas brilhantes misteriosas em imagens de radar produzidas pela Missão Magellan da NASA a Vênus em 1989. Os planaltos de Vênus pareciam estranhamente reflexivos, muito mais brilhantes do que as planícies de lava venusianas.

Embora os cientistas no começo não soubessem do que se tratava, tudo apontava para alguma forma de deposição química que ocorria em terreno mais elevado.

Mais tarde, depois de análises e especulações, os pesquisadores afirmaram que essa geada parece ser composta de minerais de galena (sulfeto de chumbo) e bismutinite (sulfeto de bismuto).


E se a Lua fosse substituída por outros planetas...


Como seria o céu se outro planeta estivesse no lugar da Lua?O ex-diretor de arte da Nasa, Ron Miller, criou imagens que nos mostram como seria o céu à noite na Terra caso a Lua fosse substituída por outros planetas do Sistema Solar. Usando alguns efeitos de sobreposição e escalas de desenho, ele nos dá a ideia de como seria observar planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno no horizonte, destacando a grandeza de alguns destes planetas.


Mercúrio

mercurio horizonte

Vênus

venus horizonte

sábado, 8 de junho de 2013

Qual a origem do nosso sistema solar?

Os cientistas não têm certeza da forma exata com que o Sistema Solar se formou, mas a teoria mais aceita é que uma nuvem de moléculas teve um colapso interno, explodindo e formando o nosso Sistema há 4,6 bilhões de anos atrás.

O Sol se formou primeiro, cercado por um disco de gás e poeira, que mais tarde formariam os planetas. Mas só a formação da estrela necessitou de um processo que duraria cerca de 100 mil anos.

Os planetas teriam se formado a partir da colisão das partículas do disco de poeira, e essas partículas foram agregando cada vez mais material, até formar planetoides Quando eles ficaram com uma massa grande o suficiente para terem seu campo gravitacional, atraíram ainda mais matéria causando ainda mais colisões – apenas os maiores sobreviviam a essas colisões, e acabavam crescendo ainda mais.

Em áreas mais distantes, temperaturas mais frias e o gelo abundante fizeram com que corpos muito maiores se formassem, criando os núcleos de planetas enormes – como Júpiter ou Saturno. Os núcleos eram grandes o suficiente para atrair gases de nebulosas próximas, formando a superfície gasosa desses planetas.


Além de Urano, não sobrou material suficiente para criar planetas tão grandes e alguns planetoides não conseguiram evoluir para planetas, formando o cinto de Kuiper.

sábado, 1 de junho de 2013

Fatos que você deveria saber sobre a energia escura

1. É usada para explicar porque o universo está se expandindo;
2. Mas, na verdade o nosso universo não vai apenas continuar se expandindo. Ele também está acelerando nessa expansão;
3. 
Uma vez que nosso universo está ficando maior e mais pesado, a atração gravitacional deve desacelerar a expansão e o Universo voltará a ser um ponto super-mega-ultra denso e poderá explodir de novo, criando um novo Big Bang;
4. Se o processo de expansão do Universo não parar, daqui bilhões de anos só restará frio e escuridão;
5. Então, nós usamos essa energia escura. E dizem que essa energia está em todo o espaço;
6. A energia escura deve compor mais de 68% de tudo que existe no Universo;
7. As curvas da rotação da galáxia, o teorema virial e a análise das anisotropias da radiação cósmica de fundo em micro-ondas são coisas que mostram que a energia escura tem que existir, só precisamos achar um jeito de encontrá-la;
8. Acredita-se que também existe algo chamado matéria escura, que compõe 22% de todo o Universo.











domingo, 5 de maio de 2013

Por que Plutão deixou de ser um planeta?

Não é um planeta...

Até 2006, Plutão era considerado um dos planetas do Sistema Solar. Mas os astrônomos concluíram que ele é pequeno e leve demais para ser um planeta.Por isso, ganhou o título de planeta anão.

Tudo começou...

Em 1930 , quando o astrônomo americano Clyde Tombaugh descobriu um corpo no céu, que era apenas um pequeno ponto, mas ao calcular a sua órbita percebeu que ela era mais afastada que Netuno, seria o nono planeta, este corpo celeste foi batizado de Plutão. No início chegou-se a estimar que Plutão poderia ser maior que o planeta Terra, mas medições posteriores mostraram que ele na verdade seria bem menor que a nossa Lua. Já nos anos 70 alguns astrônomos começaram a propor a ideia de que Plutão não seria de fato um planeta, pois além de pequeno e pouco massivo, sua órbita era muito achatada e inclinada em comparação aos outros planetas.


Mas no fim da década foi descoberta um satélite de Plutão, que foi batizado de Caronte, o que dava argumentos para os defensores de Plutão como um planeta. Apenas na década de 1990 foi descoberto outro objeto trans-netuniano. Mas nos anos seguintes com a construção de telescópios avançados, o número destes objetos cresceu rapidamente, e alguns deles eram quase tão grandes quanto Plutão (Sedna, Varuna, Quaoar, etc.). Então em 2005 foi divulgado que um destes objetos, posteriormente batizado de Eris era maior que Plutão.

Então chegou-se a um impasse: Se Plutão era um planeta, Eris (que é maior) também deveria ser. Finalmente em 2006 houve uma reunião da IAU (União internacional da astronomia) e em uma votação histórica a assembéia da IAU decidiu que Plutão deixaria de ser um planeta. Ele, Ceres e Eris foram denominados planetas anões.



Na foto abaixo, o anão é comparado à Lua da Terra. Ele é bem menor!




E assim Plutão deixou de ser um Planeta...